Notícias do Litoral do Paraná

Bottas fala em decepção por 2018 e aposta em cara de mau para bater Hamilton

Não é só a barba - que ele já avisou que vai manter "porque me faz economizar tempo" - que confere a Valtteri Bottas um visual mais agressivo neste ano. Mesmo mantendo sua fala calma, o finlandês de 29 anos voltou das férias determinado a mudar o curso da sua história dentro da Fórmula 1.

Sabendo que esta pode ser sua última temporada na Mercedes, que tem como reserva Esteban Ocon, piloto muito bem conceituado pelo chefe Toto Wolff, Bottas quer deixar a fama de bom moço para trás.

"Percebi que tenho só uma carreira e não quero me arrepender de nada, não quero pensar que não forcei o bastante ou não aproveitei as oportunidades. Acho que ano passado foi para eu acordar. Desde criança, eu sonho em lutar por vitórias e campeonatos. E percebi que, se há um momento em que eu posso fazer as coisas de uma maneira melhor, é agora", definiu o finlandês em entrevista.

Quando chegou à Mercedes às pressas para substituir Nico Rosberg, no início de 2017, Bottas tinha como álibi a falta de experiência não apenas na Mercedes em si, como também em uma equipe que luta por campeonatos. Naquele momento, qualquer desempenho que não comprometesse a conquista do Mundial de Construtores já era válida, e os dias em que conseguia superar Lewis Hamilton, um lucro. Foram 13 pódios e três vitórias, com direito a um final de ano melhor o do companheiro já tetracampeão do mundo.

Em 2018, Bottas sofreu menos que Hamilton com a adaptação a um carro temperamental no trato com os pneus da Mercedes, mas não conseguiu transformar isso em resultados, conviveu com azar em momentos importantes e, da metade para o final do ano, enquanto o companheiro arrasava a Ferrari de Sebastian Vettel, só conseguiu três pódios. 

Após a temporada, veio a autoanálise - e ele explica que não teve ajuda externa: "simplesmente olhei para o espelho". E o diagnóstico de que faltou agressividade em 2018. "O principal é minha atitude nas corridas e realmente aproveitar as oportunidades - às vezes, pensar um pouco mais a curto prazo nas decisões que tomo nas corridas", explicou.

"Definitivamente, foi uma temporada decepcionante e até fiquei bravo comigo mesmo por estar há seis anos na F-1 agora e ainda não ter atingido a minha meta. Obviamente, eu tenho tempo, mas estou começando a perceber que só tenho uma carreira e não quero estar, de novo, nessa situação, questionando se eu poderia ter feito algo melhor. Só quero me certificar que, neste ano, vou atingir minhas metas e vou fazer o que for necessário para isso".

Fonte UOL

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