Notícias do Litoral do Paraná

Vereador Zé da Ecler tem mandato cassado após sessão que durou 8 horas

Mesmo já tendo seu mandato extinto por ter faltado consecutivamente em 6 sessões extraordinárias conforme Decreto Legislativo 002/2019, o processo que julgava o Vereador José Carlos do Espírito Santo conhecido com o Zé da Ecler foi votado nesta terça (20), na Câmara de Vereadores de Matinhos.

Já no início da sessão marcada para as 18 horas para julgamento do relatório final da Comissão Processante, o Vereador Nando pediu para que fosse lido na íntegra todo o processo alegando não ter acesso ao conteúdo do processo o que estendeu a sessão uma vez que alguns documentos foram lidos várias vezes, até que já próximo da meia noite o vereador pediu então para que não fosse mais lidos documentos repetitivos. Ainda durante a leitura do processo o vereador também quis ver os videos dos depoimentos constantes no processo, e também foi autorizado pela Presidência.

Após a leitura o Vereador Gerson da Silva Junior abriu a palavra aos vereadores que quisessem se manifestar. O primeiro vereador a falar foi o vereador Nando que disse ser contra  o relatório pois o vereador tem imunidade parlamentar e sugeriu que o Prefeito entrasse com um processo por danos morais. Acontece que segundo a constituição é ao contrário explicou o presidente, o vereador não pode ser julgado na esfera civil e criminal justamente por conta de sua imunidade parlamentar, que a única punição possível para casos de abuso é na esfera administrativa sendo julgado por seus pares, o que aconteceu nesse processo.

Já os vereadores Renato Polícia, Sandro do Gás e Lagarto explicaram que mesmo com o processo aberto em momento algum o vereador Zé da Ecler pediu desculpas ou justificou sua conduta o que poderia segundo eles ter tido um rumo diferente, mas pelo contrário o vereador continuou no mesmo sentido usando inclusive outras palavras em seus pronunciamentos e em seu programa de rádio.

O vereador Barão que assumiu a vaga deixada pela extinção do mandado do vereador Zé da Ecler em seu pronunciamento explicou que fiscalizar é a função do vereador, mesmo podendo cometer excesso, mas que mesmo o excesso tem limites, que na razão o vereador cobra, fiscaliza mas que quando usa palavras como "sem vergonha, cafajeste, roubam, roubaram, bandidos de última categoria, isso pra mim, Barão,  se eu um dia ventricular isso, merecerei a mesma pena, isso pra mim é excesso, alias é transpor o excesso, isso sim é chegar as beiras dos limites", finalizou dizendo que a base da democracia é o respeito.

Após o pronunciamento dos vereadores foi aberto ao procurador do denunciado o tempo de até 2 horas para sua defesa.

O relatório foi aprovado por maioria absoluta com 8 votos favoráveis dos vereadores, Dan, Gerson, Jair Pescador, Marcio do Seda, Lagarto, Sandro do Gás, Renato Polícia e Barão e votaram contra os vereadores Nando, Mario Braga e Rodrigo, ficando também cassado o mandato do vereador Zé da Ecler também por falta de decoro parlamentar.

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